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Arquivo Da Guarda: O Distrito da Guarda na I República

Por ocasião do centenário da República falámos bastante das figuras concelhias que tiveram importância na Implantação da República. Hoje damo-vos a conhecer a certidão de batismo do Major Affonso Palla.
Para a conhecer sigam o seguinte link do arquivo da Guarda sobre as personagens da República:
http://www.arquivo.guarda.pt/images/stories/figuras-da-republica/anexos/Jose_Afonso_Pala.pdf



Já agora podem também explorar o site em:
http://www.arquivo.guarda.pt/

Efemérides da Semana

Ontem comemorou-se mais um aniversário da tentativa falhada de Implantar a República, na cidade do Porto, 111 anos passados. A Guarda Municipal reprimiu duramente os revolucionários, acabando num banho de sangue, abortando uma revolução que teria que esperar ainda cerca de 20 anos.
Hoje comemora-se, por outro lado, os 104 anos do Regicídio. D. Carlos e a família Real, ao regressarem de Vila Viçosa, já no Terreiro do Paço foram alvo de um mortal atentado, levado a cabo pelos Republicanos, do qual resultou a morte do Rei e do Príncipe Herdeiro Luís Filipe.

Avenida Major Affonso Palla

No dia 12 de março de 2010, escrevemos o seguinte num artigo sobre a toponímia da república:

Mas, este tema da toponímia republicana, faz-nos reflectir sobre a seguinte questão: o concelho de Almeida tem uma dívida para com um dos revolucionários e activista da República, o Major Afonso Pala, nascido em Malhada Sorda. Bom seria que, quem de direito, se ocupasse, no ano do Centenário da República, de homenagear esta individualidade atribuindo a algumas artérias do Concelho, nomeadamente em Almeida e Malhada Sorda, o seu nome.
Hoje damos a notícia que, desde o Verão de 2011, em Malhada Sorda, existe a Avenida Major Affonso Palla.

Semana Republicana: Documentos Electrónicos III

#PEREIRA, José Pacheco
Contribuição para a história do Partido Comunista Português (1921-26), [PDF em linha], in Análise Social, vol. XVII.. (67-68), 1981 - 3.º - 4.º, 695 - 713 [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1224000428R7cCN0wh5Nx94ZE8.pdf


#SÁ, Vítor de
Projectos de reforma agrária na I República, [PDF em linha] in Análise Social, vol. XIX (77-78-79), 1983-3.º, 4.º, 5.º, 591-610, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223464245C4oYC7mj3Kv72QX2.pdf


#SANTOS, Fernando Piteira
Na transição do "constitucionalismo monárquico" para o "constitucionalismo republicano": a crise do Partido Socialista e a crise do Partido Republicano, [PDF em linha] in Análise Social, vol. XVIII (72-73-74), 1982-3.º- 4.º- 5.º, 673-685, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223400167A6iYR5bm5Ag39HO7.pdf

#SAPEGA, Ellen W.
Ficções modernistas no estudo da obra em prosa de José de Almada Negreiros - 1915-1925, [PDF em linha] in Colecção Identidade: Cultura Portuguesa, Lisboa: Instituto da Cultura Portuguesa - Ministério da Educação, 1986. [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em
http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/biblioteca-digital-camoes/cat_view/54-estudos-literarioscriticaliteraria.html?start=50

#SWARTZMAN, Kathleen
Lucros, investimentos e coligações políticas na I República, [PDF em linha] in Análise Social, vol. XVIII (72-73-74), 1982-3.º- 4.º- 5.º, 741-758, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223400272A6fQV5wj0Uh77QI6.pdf

Colaboração da Biblioteca Escolar

Mural do Parque Eduardo VII

Quarta-feira, Outubro 05, 2011

O MURAL DO CENTENÁRIO

Lisboa inaugurou, hoje à tarde, o monumento que assinala o Centenário da República Portuguesa. Trata-se de um mural com a impressão das mãos de cem crianças. São cem quadrados em bronze com as mãos o nome e a data de nascimento, de jovens estudantes oriundos de vários estabelecimentos de ensino da cidade de Lisboa. Todos eles indicados pelas escolas em função de um único critério, o da excelência.

Ao contrário de todo o aparato que rodeou a cerimónia do Centenário, em 5 de Outubro de 2010, na Praça do Município, desta vez a inauguração foi curta e simples. Valeu sobretudo pelos sorrisos dos jovens, todos eles transpirando confiança, felicidade e sonho. Em cada olhar o orgulho de verem as mãos gravados no bronze, transformadas em símbolo nacional. Objecto de arte em exibição no jardim Amália Rodrigues, no Alto do Parque Eduardo Sétimo.

Olhar para o passado valorizando o futuro e a Escola, essa é afinal a grande metáfora, a mensagem do mural do Centenário. A República cumpriu o primeiro século, tal como os jovens do mural, ainda é jovem, inexperiente, com muito, muito para aprender. Está tudo por acontecer.

Há só um pequeno senão, é que, ao contrário dos jovens adolescentes, a República perdeu a arrogância, a paixão, a coragem. Virou aborrecimento, está descrente e em lugar da esperança, da crença no futuro, do reconhecimento e defesa da excelência, difunde temores. De tão assustada, anda de espinha dobrada e olhar subserviente.

De pouco valem as metáforas nos tempos que correm, mas reconfortam. Lá isso reconfortam.

E sobretudo saber que só agora se cumpriu o primeiro ano do Segundo Centenário da República Portuguesa. Temos muitos dias pela frente. Haja fé!

Belino Costa

Nota esotérica e bustuense: Nada sei sobre a morte mas, se tal for possível, hoje Vitorino Reis Pedreiras escreverá um texto sobre o 5 de Outubro, enquanto Manuel Simões da Costa (Serafim) abrirá uma garrafa de champanhe na companhia de todos os amigos, incluindo parentes. Se existir essa coisa chamada Céu, deve andar por lá uma festança que nem vos conto…

Publicada por bc em 18:15

Mensagem publicada no blog "Notícias de Bustos"



Caso não veja o conteúdo da mensagem por completo dirija-se a esta hiperligação http://noticiasdebustos.blogspot.com/2011/10/o-mural-do-centenario.html

O 25 de Abril - Humberto Delgado

Este ano comemoraram-se os 37 anos da Revolução dos Cravos. Esta pôs fim à ditadura que tinha hábitos de repressão. Hoje apresentamos um artigo do jornal "Terras da Beira" sobre Humberto Delgado, assassinado pela PIDE por não respeitar os ideais ditatoriais.


Semana Republicana: Documentos Electrónicos II

#Martins, Jorge Carvalho
O 5 de Outubro na imprensa da época, [PDF em linha], in Análise Social, vol. XVIII (72-73-74), 1982-3.º-4.º-5.º, 687-710, [Consult. 20 de Setembro de 2010]. Disponível em http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223400203Z4mHI7iq9Sn85MR4.pdf



#MACHADO, Álvaro Manuel
A Geração de 70 - uma revolução cultural e literária [PDF em linha]. 3.ª ed., Colecção Biblioteca Breve - volume 4, Lisboa:Instituto da Cultura e Língua Portuguesa - Ministério da Educação, 1986. [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em http://cvc.instituto-camoes.pt/component/docman/doc_download/25-a-geracao-de-70-uma-revolucao-cultural-e-literaria-.html

Semana Republicana: Postal

Semana Republicana: Major Afonso Pala

Hoje  apresentamos um texto sobre o funeral do Major Afonso Pala, um republicano do nosso concelho, mais concretamente de Malhada Sorda.



Semana Republicana: Documentos electrónicos

# Cabral, Manuel Villaverde
Situação do operariado nas vésperas da implantação da República, [PDF em linha], in Análise Social, vol. XIII (50), 1977-2.º, 419-448, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223915755K0dGT6de7Fq67YR7.pdf



# Castro, E. M. de Melo e
As vanguardas na poesia portuguesa do séc. XX, [PDF em linha]. 3ª ed., Colecção Biblioteca Breve - Volume 52, Lisboa: Instituto da Cultura e Língua Portuguesa -  Ministério da Educação, 1987. [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://cvc.instituto-camoes.pt/component/docman/doc_download/37-as-vanguardas-na-poesia-portuguesa-do-sec-xx-.html


# D'alge, Carlos
A Experiência futurista e a Geração de «Orfeu», [PDF em linha]. 1ª ed. Colecção diálogo - Série Fronteiras Abertas, Lisboa: Instituto da Cultura e Língua Portuguesa - Ministério da Educação, 1989. [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://cvc.instituto-camoes.pt/component/docman/doc_download/24-a-experiencia-futurista-e-a-geracao-de-orpheu.html

# Ferraz, José Manuel
O desenvolvimento socioeconómico durante a Primeira República (1910 - 26), [PDF em linha], in Análise SOcial, Vol. XI (2.º -3.º), 1975 (n.º 42-43), pp. 454-471, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223912673Y8iRK9tq7Sh93OU6.pdf


# França, José Augusto
O Modernismo na Arte Portuguesa, [PDF em linha]. 3.ª ed., Colecção Biblioteca Breve - Volume 43, Lisboa: Instituto da Cultura e Lingua Portuguesa - Ministério da Educação, 1991. [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://cvc.instituto-camoes.pt/component/docman/doc_download/13-o-modernismo-na-arte-portuguesa.html



# Guimarães, Elina
A mulher Portuguesa na legislação civil, [PDF em linha], in Social, vol. XXII (92-93), 1986-3.º-4.º, 557-577, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponivel em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223552761S9jHG4vr3Ci53FM9.pdf

# Lopes, Fernando Farelo
Clientelismo, «crise de participação» e deslegitimação na Primeira República, [PDF em linha], in Análise Social, vol. XXVI (111), 1991 (2.º), 401-415, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponivel em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223038936P4fCL5xx0Cz76RQ2.pdf


Colaboração da Biblioteca Escolar

Séries da República


REPÚBLICA DAS PERGUNTAS

RTP2, a série infantil que celebra o centenário da República

RTP2 – REPÚBLICA DAS PERGUNTAS, a série infantil que celebra o centenário da República
Estreia dia 4 de Outubro 
Os meninos e as meninas de 2010 não são todos iguais e vivem em contextos muito diferentes. Em 1910 também era assim. Mas os meninos e as meninas de hoje não fazem ideia de como era ser criança há 100 anos. Mais do que lhes ensinar a história da República, a RTP2 investiu numa série de ficção para permitir às crianças de hoje fazerem amigos da mesma idade no princípio do século XX.

"República das Perguntas" é a série que a RTP2 desenhou para celebrar o centenário da República junto do seu público infantil (entre os 8 e os 10 anos). Através da ficção, meninos e meninas de carne e osso e dessa mesma faixa etária vão mostrar como era ser criança no tempo em que a República dava os seus primeiros passos em Portugal. Vão, sobretudo, viver situações que respondem às perguntas sobre como naquele tempo viviam as realidades que marcam o quotidiano dos meninos e meninas de hoje: Como era ir à escola? Tinham semanada? Quais eram os telemóveis daquele tempo? Como eram os jogos e brincadeiras? Ao todo, 30 perguntas para viajar 100 anos para trás acompanhados do Galo Columbano.

Uma série educativa de grande qualidade -  imaginada e desenhada por uma vasta equipa coordenada por Teresa Paixão - a emitir a partir de 4 de Outubro próximo.


Jorge Wemans
Director RTP2
Lisboa, Agosto 2010







SINOPSE:
República das Perguntas é uma série criada para contar aos meninos dos 8 aos 12 anos como se implantou a República em Portugal e como se vivia há 100 anos.

O primeiro episódio, a exibir no dia 4 de Outubro, explica o que é uma monarquia e “como se fica Rei “. O segundo episódio, a exibir no dia 5 de Outubro, explica o que é uma república e “como se fica Presidente”. A partir do terceiro episódio vamos mostrar às meninas e aos meninos de hoje como, há 100 anos, se mandavam SMS, a que se brincava, como se escovavam os dentes, como eram os hospitais, a escola, o cinema, as roupas, as festas de família e de amigos e muitos outros assuntos da vida quotidiana. República das Perguntas parte sempre de uma pergunta. E quem responde é o galo Columbano.




Rogério Ceitil, realizador de séries de culto como “Duarte e Companhia”, regressa com República das Perguntas à realização. Pedro Cavaleiro Ferreira escreveu os 30 guiões desta história. Marta Lapa e Rui Mendes são dois dos actores que entram nesta série.

Mas os verdadeiros protagonistas são: Maria Jorge Fonseca, Catarina Cardoso, Laura Campos, Sandra Silva, Mafalda Figueiredo, Daniela Pinto. Diogo Carvalho, João Diogo, Diogo Carmona, Tiago Frazão, Francisco Gomes, Bruno Belardo, Pedro Ceitil. Todos com idades entre os 10 e os 12 anos, estes meninos estão abismados com o modo como se vivia há 100 anos.



São 30 episódios de 10 minutos que vão acrescentar às tardes do Zig Zag a primeira série histórica feita em Portugal para crianças dos 8 aos 12 anos. 
República das Perguntas teve o apoio científico do Museu da República e da Resistência. 


Vídeo com momentos da apresentação da série à imprensa:



Nós, Republicanos


A política, coração da transformação operada a 5 de Outubro, é a porta de entrada obrigatória de “Nós, Republicanos"
A política, coração da transformação operada a 5 de Outubro, é a porta de entrada obrigatória de “Nós, Republicanos”. Os pontos cardeais do primeiro episódio são: a Constituição, os processos eleitorais, os direitos das mulheres e os símbolos nacionais. Muito poucos de nós terão lido a actual Constituição Portuguesa, mas todos conhecem, de modo quase instintivo, dezenas de direitos e deveres fundamentais assegurados dentro das fronteiras nacionais. Saberão os portugueses que uma parte significativa da Lei Fundamental que regula o funcionamento dia´rio do País nasceu na Constituição de 1911? Descubramo-lo. Migremos no tempo e vejamos como nasceu e foi promulgada a 21 de Agosto de 1911 a primeira Constituição da República Portuguesa, identifiquemos os seus pontos de contacto com a actual e os prenúncios de muitos outros só mais tarde plenamente consumados. Quando votamos hoje em dia – ainda em 2009 pudemos escolher os deputados que nos representam na Europa, o Governo de Portugal e as equipas que lideram cada câmara municipal do Pai´s – ou mesmo quando nos decidimos abster, ou votar nulo, optar voluntariamente por não ter voz em matérias tão importantes, sabemos que esse direito de escolha nos é entregue, gratuita e naturalmente, pelo simples facto de, algures, termos completado 18 anos de vida. Foi sempre assim? Não. Desde quando é que não é assim? Desde a I República. Aterremos suavemente nos primeiros meses de fulgor revolucionário: a 20 de Maio de 1911, é eleita a Assembleia Nacional Constituinte por sufrágio directo e universal. O processo conhecerá avanços e recuos, chegando a ser vedado, por exemplo, aos analfabetos, mas será, inegavelmente, uma conquista da I República. Seria legítimo dizer, hoje, a uma mulher que não poderia votar? Evidentemente que não. Mas esta hipótese tinha cabimento tranquilo no senso comum de há 100 anos. Contemos aos homens e mulheres de hoje a história de Carolina Ângelo, em 1912. A primeira mulher a votar serviu-se de uma ambiguidade legal mais tarde corrigida, mas desencadeou um movimento desafiador que atravessaria o século, até atingir a sua plena consumação na Democracia. Por fim, vejamos hoje as bandeiras nacionais nas janelas de todo o País. Os mastros diante dos edifícios oficiais, os pavilhões dos navios, as cores nacionais em material turístico, a Selecção Nacional de futebol, vestida de vermelho e verde, cantando o hino no início de um jogo e celebrando, no final, a vitória, num estádio que transborda de tons e gritos que traduzem, talvez melhor que qualquer outra coisa, o que quer que seja o espírito nacional. E embarquemos, depois, na viagem final do primeiro episódio: onde, quando, como, por quem e por que nasceram o Hino Nacional e a Bandeira. A batalha que dividiu e uniu Portugal até encontrar os seus símbolos matriciais, até à sua oficialização a 8 de Julho de 1911.

Os anos do Século - 5 de Outubro



Retrospectiva histórica dos últimos anos da Monarquia Portuguesa e do movimento revolucionário que levou à Proclamação da República a 5 de Outubro de 1910, no âmbito do seu 68º aniversário. Realizado por José Elyseu, este documentário com declarações do Prof. Dias Amado, do Coronel Carlos Vilhena, e de Vasco da Gama Fernandes, então Presidente da Assembleia da República.

Mini-série "República"


Quatro mini-séries de dois episódios, cerca de oito horas de programação em alta-definição e as palavras do director de programas, José Fragoso, que garante que este é “um dos maiores projectos de sempre de ficção da RTP” – sem quantificar. "República", "O Segredo de Miguel Zuzarte", "A Noite do Fim do Mundo" e "O Segredo da República" são as mini-séries que a RTP começa a exibir em horário nobre em finais de Setembro para assinalar o Centenário da República.

Posters da República (SITE CENTENÁRIO DA REPÚBLICA)



Sites do Centenário (SITE CENTENÁRIO DA REPÚBLICA)


5OUT
 TUDO SOBRE AS COMEMORAÇÕES DO 5 DE OUTUBRO DE 2010 


viajar2
 EXPOSIÇÃO VIAJAR (a partir de 23Jul10)
 http://viajar.centenariorepublica.pt


corpo
 EXPOSIÇÃO CORPO (a partir de 23Jul10)
 http://corpo.centenariorepublica.pt


thumb_vivarepublica
 EXPOSIÇÃO VIVA A REPÚBLICA (a partir de 12Jun10)
 http://vivarepublica.centenariorepublica.pt


thumb_resistencia EXPOSIÇÃO RESISTÊNCIA (31Jan a 05Out 10)
 http://resistencia.centenariorepublica.pt


thumb_escolas REPÚBLICA NAS ESCOLAS
 http://www.centenariorepublica.pt/escolas

thumb_jogos JOGOS DO CENTENÁRIO
 http://jogos.centenariorepublica.pt


thumb_arvore ÁRVORE DO CENTENÁRIO
 http://arvore.centenariorepublica.pt


thumb_hm HISTÓRIA E MEMÓRIA
 http://hm.centenariorepublica.pt


banner_col_pensamento
 COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE REPÚBLICA E REPUBLICANISMO (30Set10)
 http://coloquio-virtude-republica.centenariorepublica.pt


thumb_europa COLÓQUIO INTEGRAÇÃO EUROPEIA E DEMOCRACIA (10-11 Jun 10)
 http://coloquio-europa25.centenariorepublica.pt

thumb_literatura COLÓQUIO LITERATURA PORTUGUESA E
 A CONSTRUÇÃO DO PASSADO E DO FUTURO (23-24 Mai 10)
 http://coloquio-literatura.centenariorepublica.pt

thumb_memoria COLÓQUIO MEMÓRIA E CIDADANIA
 NA LITERATURA TRADICIONAL PORTUGUESA (10-11 Abr 10)
 http://coloquio-memoria.centenariorepublica.pt

thumb_ensino COLÓQUIO REPÚBLICA E ENSINO (23-24 Abr 10)
 http://coloquio-ensino.centenariorepublica.pt