Semana Republicana V: Caricaturas Afonso Costa

Hoje iremos apresentar uma série de caricaturas do Afonso Costa.

Caricaturas Afonso Costa

Almeida assinala o Dia Nacional dos Municípios com Centro Histórico



No Dia Nacional dos Municípios com Centro Histórico, que se comemora no próximo dia 28 de Março, a Câmara Municipal de Almeida convidou todos os interessados a participarem nas comemorações que visaram essencialmente “celebrar” o nosso valioso Património. 

Deste modo, é com imensa satisfação que a Câmara Municipal de Almeida, disponibilizou ao público em geral uma exposição com trabalhos saídos da Aula da Fortificação”, elaborados pelos alunos dos Agrupamentos de Escolas de Almeida e Vilar Formoso (OHA) e mais um número da REVISTA CEAMA. A efeméride decorreu no CEAMA (Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida), nas Portas de Sto. António.

O Programa foi o seguinte:

11h.30 – Inauguração da exposição “Quando a descoberta do Património se transforma num laboratório de brincadeiras…”.

12h – Lançamento do nº 5 da revista CEAMA pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Almeida.

Adaptado do site da Câmara Municipal de Almeida



Feira Medieval de Castelo Mendo



Realizou-se nos dias 10 e 11 de Abril, mais uma edição da Feira Medieval de Castelo Mendo.

A Aldeia Histórica de Castelo Mendo regressou à época medieval neste fim-de-semana, numa iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Almeida, com o apoio da Junta de Freguesia local e a colaboração do Agrupamentos de Escolas de Vilar Formoso (OHA) e Almeida e do Instituto Politécnico da Guarda. Durante estes dias, os visitantes viveram “uma experiência de história ao vivo", até à Idade Média.

A Câmara Municipal de Almeida apostou mais uma vez na Feira Medieval para atrair visitantes ao concelho e contribuir para uma maior dinamismo económico, apesar da crise.

À semelhança de séculos passados, Castelo Mendo teve mais uma vez as ruas cheias de gente, de tendas de produtos artesanais, de aromas e sabores variados que enriqueceram todo o ambiente medieval, onde cerca de uma centena de figurantes, e de uma dezena de actividades diferentes fizeram desta Feira uma das mais memoráveis a que Castelo Mendo já assistiu.

Este ano o certame contou com a participação de mais de cem expositores com barraquinhas nas ruas de Castelo Mendo.
Na recriação histórica, destaque para a presença de figurantes com a colaboração do Agrupamentos de Escolas de Vilar Formoso e Almeida e do Instituto Politécnico da Guarda.

No sábado, dia 10, houve um banquete medieval a partir das 19 horas, seguido de espectáculo de fogo sobre uma lenda local.

No domingo, as actividades da Feira Medieval começaram pelas 10h e prolongaram-se até às 19 horas, conseguindo muita animação e um dia diferente para quem visitou a Aldeia Histórica de Castelo Mendo.


Adaptado do site da Rádio Fronteira






Retirado do site da Câmara Municipal de Almeida:

FeiraMedievalCasteloMendo




programa_feira

Semana Republicana IV: Manuel José de Arriaga Brum da Silveira



Nasceu em 8 de Julho de 1840, na cidade da Horta, filho de Sebastião de Arriaga e de D. Maria Antónia Pardal Ramos Caldeira de Arriaga, ambos descendentes de famílias nobres açorianas.
Casou com D. Lucrécia de Brito Berredo Furtado de Melo, neta do comandante da polícia do Porto e partidário das forças liberais à data da revolução de 1820, de quem teve seis filhos, dois rapazes e quatro raparigas. Faleceu em 5 de Março de 1917, com 77 anos de idade.

ACTIVIDADE PROFISSIONAL
Na Universidade de Coimbra, onde se formou em Leis, cedo manifestou simpatia pelas ideias republicanas, o que provocou um conflito insanável com o pai, que o deserdou e lhe deixou de custear os estudos. Para sobreviver e pagar a Faculdade, teve então de dar aulas de Inglês no liceu.
Em 1866, concorreu a leitor da décima cadeira da Escola Politécnica e da cadeira de História do Curso Superior de Letras. Não conseguindo a nomeação para qualquer delas, teve de continuar, agora em Lisboa, a leccionar a mesma disciplina de Inglês. Dez anos depois, em 26 de Agosto de 1876, já faz parte da Comissão para a Reforma da Instrução Secundária. Simultaneamente, vai cimentando a sua posição como advogado, tornando-se um notável casuísta graças à sua honestidade e saber. Entre as várias causas defendidas destaca-se, em 1890, a defesa de António José de Almeida, após este ter escrito no jornal académico O Ultimatum, o artigo "Bragança, o último", contra o rei D. Carlos.
Na sequência dos acontecimentos de 5 de Outubro de 1910, e para serenar os ânimos agitados dos estudantes da Universidade de Coimbra, é nomeado reitor daquela Universidade, tomando posse em 17 de Outubro de 1910.

PERCURSO POLÍTICO
Filiado no Partido Republicano, foi eleito por quatro vezes deputado pelo círculo da Madeira. Em 1890, foi preso em consequência das manifestações patrióticas de 11 de Fevereiro, relativas ao Ultimato Inglês.
Em 1891, aquando da revolta de 31 de Janeiro, já fazia parte do directório daquele Partido, em conjunto com Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro, Teófilo Braga e Francisco Homem Cristo.
Nos últimos anos da monarquia, sofre um certo apagamento, dado que o movimento republicano tinha chegado, entretanto, à conclusão que a substituição do regime monárquico não seria levada a cabo por uma forma pacífica. Os republicanos doutrinários são, então, substituídos pelos homens de acção que irão fazer a ligação à Maçonaria e à Carbonária.
Depois da proclamação do regime republicano foi então chamado a desempenhar as funções de Procurador da República.

ELEIÇÕES E PERÍODO PRESIDENCIAL
Foi eleito em 24 de Agosto de 1911, proposto por António José de Almeida, chefe da tendência evolucionista, contra o candidato mais directo, Bernardino Machado, proposto pela tendência que no futuro irá dar origem ao Partido Democrático de Afonso Costa. O escrutínio teve o seguinte resultado:
Manuel de Arriaga 121 votos 
Bernardino Luís Machado Guimarães 86 votos
 
Duarte Leite Pereira da Silva 1 voto
 
Sebastião de Magalhães Lima 1 voto
 
Alves da Veiga 1 voto
 
Listas brancas 4 votos
Durante a vigência do seu mandato tomam posse os governos seguintes:
- João Chagas, que vigora entre 3 de Setembro e 12 de Novembro de 1911. 
- Augusto de Vasconcelos, entre 12 de Novembro daquele ano e 16 de Junho de 1912.
 
- Duarte Leite, entre aquela última data e 9 de Janeiro de 1913.
 
- Afonso Costa, entre a data anterior e 9 de Fevereiro de 1914.
 
- Bernardino Machado com dois governos seguidos, o primeiro de 9 de Fevereiro de 1914 a 23 de Junho do mesmo ano, o segundo desta data a 12 de Dezembro de 1914.
Assiste-se na época à divisão efectiva das forças Republicanas. De 27 a 30 de Outubro de 1911, reúne-se, em Lisboa, o Congresso do Partido republicano em que é eleita a lista de confiança de Afonso Costa, passando o partido a denominar-se Partido Democrático. Em 24 de Fevereiro de 1912, por discordar da nova linha política seguida pela nova direcção, António José de Almeida funda o Partido Evolucionista, e dois dias depois, Brito Camacho, o Partido União Republicana, divisão que, no entanto, pouco adiantará para a resolução das contradições deste período deveras conturbado. O início da Primeira Grande Guerra vem agravar ainda mais a situação, dando origem à polémica entre guerristas e antiguerristas.
O Ministério de Victor Hugo de Azevedo Coutinho, alcunhado de Os Miseráveis, que vigora entre 12 de Dezembro de 1914 e 25 de Janeiro de 1915, não vem alterar em nada a situação, acabando por ser demitido na sequência dos acontecimentos provocados pelo "Movimento das Espadas", de âmbito militar, onde se destacaram o capitão Martins de Lima e o comandante Machado Santos.
O Presidente Manuel de Arriaga tenta inutilmente chamar as forças republicanas à razão, envidando esforços no sentido de se conseguir um entendimento entre os principais dirigentes partidários. Goradas estas diligências, não dispondo de quaisquer poderes que lhe possibilitassem arbitrar os diferendos e impor as soluções adequadas e pressionado pelos meios militares, vai então convidar o general Pimenta de Castro para formar governo que é empossado em 23 de Janeiro de 1915.
O encerramento do Parlamento e a amnistia de Paiva Couceiro vão transformar em certezas as desconfianças que os sectores republicanos tinham acerca daquele militar, desde o governo de João Chagas onde ocupara a pasta da Guerra e evidenciara uma atitude permissiva face às tentativas monárquicas de Couceiro. A revolta não se fez esperar. Em 13 de Maio do mesmo ano, sectores da Armada chefiados por Leote do Rego e José de Freitas Ribeiro demitem o Governo que é substituído pelo do Dr. José de Castro, que inicia as suas funções em 17 do mesmo mês.
O Presidente é obrigado a resignar em 26 de Maio de 1915, saindo do Palácio de Belém escoltado por forças da Guarda Republicana.

ACTIVIDADE PÓS PRESIDENCIAL
Manuel de Arriaga não conseguiu recuperar deste desaire, morrendo amargurado dois anos depois, em 5 de Março de 1917. Foi substituído pelo Dr. Teófilo Braga.

OBRAS PRINCIPAIS
Distinguiu-se principalmente como advogado e orador. Alguns dos discursos políticos ficaram célebres, nomeadamente "O Partido Republicano e o Congresso", pronunciado no Clube Henriques Nogueira em 11 de Dezembro de 1887, "A Questão da Lunda", na Câmara dos Deputados em 1891, "Descaracterização da Nacionalidade Portuguesa no regime monárquico", em 1892, na mesma Câmara, "Começo de liquidação final", "A irresponsabilidade do poder executivo no regime monárquico liberal", e tantos outros. Contos Sagrados, Irradiações e Harmonia Social, constituem exemplos da sua obra como filósofo e poeta.
A experiência como Presidente da República é-nos contada na sua última obra, escrita após a experiência presidencial, intitulada Na Primeira Presidência da República Portuguesa.

Retirado do site da Presidência da República

Semana Republicana III: Hinos Portugueses



HINO "MARIA DA FONTE"



Ainda hoje, o Hino da Maria da Fonte continua a ser a música com que se saúdam os ministros portugueses, sendo utilizado em cerimónias cívicas e militares. O maestro Ângelo Frondoni compôs por essa ocasião um hino popular, que ficou conhecido pelo nome de Maria da Fonte ou do Minho, que respirava um certo entusiasmo belicoso; e por muito tempo foi o canto de guerra do partido progressista em Portugal. Camilo Castelo Branco escreveu um livro com o título Maria da Fonte, que trata minuciosamente deste assunto. São também interessantes os Apontamentos para a historia da Revolução do Minho em 1846 ou da Maria da Fonte, pelo padre Casimiro. Na Biblioteca do Povo e das Escolas, o n.º 167 é a história da Revolução da Maria da Fonte, pelo Sr. João Augusto Marques Gomes. Um dos primeiros trabalhos do romancista Sr. Rocha Martins intitula-se Maria da Fonte.

HINO "A PORTUGUESA"





Data: 1890 (com alterações de 1957)
Letra: 
Henrique Lopes de Mendonça
Música: 
Alfredo Keil
I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Ás armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!
Data: 1890 (versão original)
Letra: 
Henrique Lopes de Mendonça
Música: 
Alfredo Keil
I
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Patria lutar!
Contra os Bretões marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa á terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O oceano, a rugir de amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Patria lutar!
Contra os Bretões marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões marchar!



A Portuguesa, que hoje é um dos símbolos nacionais portugueses nasceu como uma canção de cariz patriótico em resposta ao ultimato britânico para que as tropas portuguesas abandonassem as suas posições em África, no denominado "Mapa cor-de-rosa". Tem letra de Alfredo Keil e composição de Henrique Lopes de Mendonça e é de 1890.

HINO MONÁRQUICO PORTUGUÊS



Hino da Carta Constitucional, que se tornou oficialmente "Hymno nacional português" em Maio de 1834 e vigorou até à queda da Monarquia, em 1910.

Links Históricos II

Hoje apresentamos uma série de blogues da RTP e do site oficial das comemorações do Centenário da República, relacionados com a república:

         - A página oficial da Presidência da República apresenta uma série de biografias sobre os Presidentes da República (http://www.presidencia.pt/?idc=13);

- O site do Centenário da República tem uma página que tem por objectivo promover, divulgar e apoiar iniciativas relacionadas com a preservação do património florestal nacional, lançando o desafio para a identificação global deste património, acompanhado por uma evocação histórica que deverá ser assinalada pela plantação de árvores a nível nacional, cujo endereço é http://arvore.centenariorepublica.pt/;


         - Este blogue conta as histórias do início da República e do fim da Monarquia  (http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/historiasdarepublica/);

          - Por fim, este apresenta tudo, ou quase tudo, sobre este ano em que se comemora o Centenério da República (http://ww1.rtp.pt/wportal/sites/tv/centenariodarepublica/).

Visitem-nos! Vale a pena!

Semana Republicana II: Implantação da República

Semana Republicana I: A Toponímia e a República







A Instauração da República significou para a toponímia das vilas e cidades portuguesas, isto é , os nomes das ruas, também, uma grande revolução. A nível nacional encontramos, um pouco por todo o lado referências toponímicas a datas, acontecimentos, personalidades, ligados à 1ª República. Também a nossa região, Almeida e Vilar Formoso, em concreto, não escaparam a esta tendência.
Mas, também, permaneceram alguns nomes (topónimos) dos últimos tempos da Monarquia.

Em Almeida encontramos os seguintes topónimos:

- Rua Combatentes Mortos Pela Pátria, clara alusão à participação dos soldados portugueses ao serviço da República, durante a 1.ª Grande Guerra (1914-1918);


- Rua Dr. Ginestal Machado,
advogado, professor liceal, deputado, Ministro da Instrução Pública e Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro) durante a Primeira República Portuguesa, entre outras funções;

- Rua Conselheiro Hintze Ribeiro, advogado, político de origem açoriana, distinto parlamentar e par do Reino, Procurador-Geral da Coroa, Ministro das Obras Públicas, das Finanças e dos Negócios Estrangeiros, líder incontestado do Partido Regenerador e Presidente do Conselho de Ministros três vezes, sendo um dos líderes mais destacados da política nacional e tendo participado em alguns debates parlamentares atacando a política do seu ex-correlegionário João Franco;

- Rua Joaquim Carvalho dos Santos, nascido em Almeida, republicano, democrata e presidente da Assembleia da República;


- Praça da República;


Em Vilar Formoso encontramos, também, a Avenida Dos Combatentes e a Rua e Travessa Gago Coutinho, como um pouco por todo o distrito, que realizou a 1.ª travessia aérea do Atlântico Sul – Lisboa/Rio de Janeiro -, juntamente com Sacadura Cabral.


Na cidade da Guarda, capital de distrito, encontram-se as seguintes referências à República: Rua 31 de Janeiro; Rua 5 de Outubro; Avenida Dr. Afonso Costa; Rua Dr.ª Carolina Beatriz Ângelo; Rua Dr. Manuel de Arriaga; Rua Paralela à Rua 5 de Outubro; Rua da República.

Por todo o distrito há uma vasta toponímia relacionada com a República e, também, com a Monarquia:

- No Concelho do Sabugal encontramos a Rua Dr. António José de Almeida, a Praça da República e a Rua Teófilo Braga, para além do Rua D. Carlos I;

- Em Vila Nova de Foz Côa encontra-se a Rua Combatentes da Grande Guerra;

- Em Manteigas estamos perante a Rua Dr. Afonso Costa;

- Em Seia podemos ver a Avenida Dr. Afonso Costa e a Esplanada Combatentes da Grande Guerra, em Seia;

- Em Gouveia vê-se a Rua 5 de Outubro;

- Em Celorico da Beira conseguimos ver a Rua 31 de Janeiro, Largo e Rua 5 de Outubro e a Praça da República;

- Em Aguiar da Beira a Avenida 5 de Outubro;


- Em Meda a Rua 5 de Outubro;


- Em Pinhel encontra-se o Jardim 5 de Outubro, o Largo Combatentes da Grande Guerra, a Rua Guerra Junqueiro, Rua Dr. Manuel de Arriaga e Rua e Travessa Teófilo de Braga.







Mas, este tema da toponímia republicana, faz-nos reflectir sobre a seguinte questão: o concelho de Almeida tem uma dívida para com um dos revolucionários e activista da República, o Major Afonso Pala, nascido em Malhada Sorda. Bom seria que, quem de direito, se ocupasse, no ano do Centenário da República, de homenagear esta individualidade atribuindo a algumas artérias do Concelho, nomeadamente em Almeida e Malhada Sorda, o seu nome.

Neste ano em que se comemora o Centenário da República, teremos aqui um espaço para a República em que iremos escrever com regularidade. Esse espaço chamar-se-á “Semana Republicana”.

Saída de Campo: Museu Militar de Almeida (20/01/2010)

A OHA deslocou-se à vila de Almeida, no dia 20 de Janeiro de 2010, para visitar o recentemente inaugurado Museu Militar, instalado nas Casamatas. Estas tiveram um óptimo aproveitamento, já que se trata de um espaço com muitas potencialidades. Durante muitos anos estiveram praticamente esquecidas, ainda que abertas ao público. A monumentalidade daquele espaço justificava, por si, a curiosidade dos visitantes. O Museu agora instalado vem colmatar uma necessidade da vila, e da região, para contextualizar, com rigor histórico, uma realidade não muito longínqua, contribuindo para enriquecer a oferta cultural do Concelho e, assim, conseguir atrair mais visitantes.
A Exposição Permanente ensina aos visitantes a evolução das armas, dos equipamentos, das construções militares e as adaptações necessárias em função dos novos armamentos. Particularmente estimulante para os alunos da OHA foi o contacto directo com as armas e os uniformes da época que encontraram, à sua disposição, numa das salas. No final da visita fomos brindados, cortesia do Dr. Paulo Amorim, com uma demonstração de tiro, ao vivo, pelos elementos do Grupo de Recriação Histórica e Militar de Almeida (GRHMA).





Ateliers da OHA/CEAMA no Pavilhão Multiusos de Vilar Formoso (27/01/2010 ; 10-24/02/2010 ; 10-03-2010)

A OHA, em parceria com o Centro de Estudos de Arquitectura Militar de Almeida, tem participado em ateliers do projecto “Aula de Fortificação”.
As actividades decorrem nas quartas-feiras à tarde. Até à data, foram sucessivamente dedicadas à Expressão Plástica, (re)criação de fatos e acessórios medievais, Pintura (azulejos) e Desenho. Os alunos têm acompanhamento de técnicas especializadas. Amavelmente, no final de cada atelier, a C.M.A. ofereceu um lanche aos alunos da OHA.

Atelier 1 (27/01/2010)




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Atelier 2 (24/02/2010)