Hoje iremos apresentar uma série de caricaturas do Afonso Costa.
Caricaturas Afonso Costa
A Aldeia Histórica de Castelo Mendo regressou à época medieval neste fim-de-semana, numa iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Almeida, com o apoio da Junta de Freguesia local e a colaboração do Agrupamentos de Escolas de Vilar Formoso (OHA) e Almeida e do Instituto Politécnico da Guarda. Durante estes dias, os visitantes viveram “uma experiência de história ao vivo", até à Idade Média.
A Câmara Municipal de Almeida apostou mais uma vez na Feira Medieval para atrair visitantes ao concelho e contribuir para uma maior dinamismo económico, apesar da crise.
À semelhança de séculos passados, Castelo Mendo teve mais uma vez as ruas cheias de gente, de tendas de produtos artesanais, de aromas e sabores variados que enriqueceram todo o ambiente medieval, onde cerca de uma centena de figurantes, e de uma dezena de actividades diferentes fizeram desta Feira uma das mais memoráveis a que Castelo Mendo já assistiu.
Este ano o certame contou com a participação de mais de cem expositores com barraquinhas nas ruas de Castelo Mendo.
Na recriação histórica, destaque para a presença de figurantes com a colaboração do Agrupamentos de Escolas de Vilar Formoso e Almeida e do Instituto Politécnico da Guarda.
No sábado, dia 10, houve um banquete medieval a partir das 19 horas, seguido de espectáculo de fogo sobre uma lenda local.
No domingo, as actividades da Feira Medieval começaram pelas 10h e prolongaram-se até às 19 horas, conseguindo muita animação e um dia diferente para quem visitou a Aldeia Histórica de Castelo Mendo.
Bernardino Luís Machado Guimarães 86 votos
Duarte Leite Pereira da Silva 1 voto
Sebastião de Magalhães Lima 1 voto
Alves da Veiga 1 voto
Listas brancas 4 votos
- Augusto de Vasconcelos, entre 12 de Novembro daquele ano e 16 de Junho de 1912.
- Duarte Leite, entre aquela última data e 9 de Janeiro de 1913.
- Afonso Costa, entre a data anterior e 9 de Fevereiro de 1914.
- Bernardino Machado com dois governos seguidos, o primeiro de 9 de Fevereiro de 1914 a 23 de Junho do mesmo ano, o segundo desta data a 12 de Dezembro de 1914.
Retirado do site da Presidência da República
Ainda hoje, o Hino da Maria da Fonte continua a ser a música com que se saúdam os ministros portugueses, sendo utilizado em cerimónias cívicas e militares. O maestro Ângelo Frondoni compôs por essa ocasião um hino popular, que ficou conhecido pelo nome de Maria da Fonte ou do Minho, que respirava um certo entusiasmo belicoso; e por muito tempo foi o canto de guerra do partido progressista em Portugal. Camilo Castelo Branco escreveu um livro com o título Maria da Fonte, que trata minuciosamente deste assunto. São também interessantes os Apontamentos para a historia da Revolução do Minho em 1846 ou da Maria da Fonte, pelo padre Casimiro. Na Biblioteca do Povo e das Escolas, o n.º 167 é a história da Revolução da Maria da Fonte, pelo Sr. João Augusto Marques Gomes. Um dos primeiros trabalhos do romancista Sr. Rocha Martins intitula-se Maria da Fonte.
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!
III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Ás armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memoria,
Oh patria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Patria lutar!
Contra os Bretões marchar, marchar!
II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa á terra inteira:
Portugal não pereceu!
Beija o teu sólo jucundo
O oceano, a rugir de amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Patria lutar!
Contra os Bretões marchar!
III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões marchar!
HINO MONÁRQUICO PORTUGUÊS
Hoje apresentamos uma série de blogues da RTP e do site oficial das comemorações do Centenário da República, relacionados com a república:
A Instauração da República significou para a toponímia das vilas e cidades portuguesas, isto é , os nomes das ruas, também, uma grande revolução. A nível nacional encontramos, um pouco por todo o lado referências toponímicas a datas, acontecimentos, personalidades, ligados à 1ª República. Também a nossa região, Almeida e Vilar Formoso, em concreto, não escaparam a esta tendência.
Mas, também, permaneceram alguns nomes (topónimos) dos últimos tempos da Monarquia.

- Rua Dr. Ginestal Machado, advogado, professor liceal, deputado, Ministro da Instrução Pública e Presidente do Conselho de Ministros (Primeiro-Ministro) durante a Primeira República Portuguesa, entre outras funções;
- Praça da República;

Em Vilar Formoso encontramos, também, a Avenida Dos Combatentes e a Rua e Travessa Gago Coutinho, como um pouco por todo o distrito, que realizou a 1.ª travessia aérea do Atlântico Sul – Lisboa/Rio de Janeiro -, juntamente com Sacadura Cabral.
Na cidade da Guarda, capital de distrito, encontram-se as seguintes referências à República: Rua 31 de Janeiro; Rua 5 de Outubro; Avenida Dr. Afonso Costa; Rua Dr.ª Carolina Beatriz Ângelo; Rua Dr. Manuel de Arriaga; Rua Paralela à Rua 5 de Outubro; Rua da República.
- Em Meda a Rua 5 de Outubro;

- Em Pinhel encontra-se o Jardim 5 de Outubro, o Largo Combatentes da Grande Guerra, a Rua Guerra Junqueiro, Rua Dr. Manuel de Arriaga e Rua e Travessa Teófilo de Braga.
Mas, este tema da toponímia republicana, faz-nos reflectir sobre a seguinte questão: o concelho de Almeida tem uma dívida para com um dos revolucionários e activista da República, o Major Afonso Pala, nascido em Malhada Sorda. Bom seria que, quem de direito, se ocupasse, no ano do Centenário da República, de homenagear esta individualidade atribuindo a algumas artérias do Concelho, nomeadamente em Almeida e Malhada Sorda, o seu nome.













