Hoje apresentamos um texto sobre o funeral do Major Afonso Pala, um republicano do nosso concelho, mais concretamente de Malhada Sorda.
Há "Vândalos" a Solta, na Terra de Algodres!
A magnifica e grandiosa Anta de Cortiçô, que tenho como símbolo do "Aqui d'Algodres" e que resiste a lembrar a nossa herança Céltica, há mais de 5000, foi desta vez vandalizada por esse tipo de "gente", que de gente só tem o nome. Destruíram a vedação, encheram a área de detritos e como se não basta-se, fizeram no seu interior uma enorme fogueira que enegreceu as suas pedras milenares!
A todos os meus conterrâneos queria pedir, se souberam quem foi, denunciem estes "vândalos" as autoridades, pois "gente" como esta, não merece andar no nosso convívio.
Tenhamos todos orgulho nas nossas raízes e origens e, defendamos o nosso património!
No dia 16/02/2011 visitámos Pinhel.
Fomos recebidos pelas técnicas do Posto de Turismo Municipal, que visitámos.
Em seguida dirigimo-nos ao Museu, onde vimos imagens de ex-votos, imagens religiosas, estandartes e relíquias concelhias. Os Ex-votos eram pinturas a agradecer milagres realizados pela Nossa Senhora das Fontes. Havia uma Nossa Senhora dos Milagres, que tinha uma porta no lado posterior, que servia para guardar os objectos mais valiosos da Igreja onde estivesse colocada. Muitas das imagens religiosas tinham a mão direita cortada, o que aconteceu no momento histórico das Invasões Napoleónicas, pois a mão direita era com a que a maioria das pessoas realizava as suas funções.
Depois fomos aos "Castelos", um deles que servia de prisão e o outro que estava enterrado até meio. No momento em que estávamos no primeiro, fomos surpreendidos por uma "tempestade".
As torres dos "Castelos" estão muito bem conservadas, o que não se verifica no resto do Centro Histórico.
No fim regressámos à nossa escola.
Apresentamos ainda as fotos, que por lapso, não surgiram no post sobre a Saída de Campo à Pedra D'Anta.
# Cabral, Manuel Villaverde
Situação do operariado nas vésperas da implantação da República, [PDF em linha], in Análise Social, vol. XIII (50), 1977-2.º, 419-448, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223915755K0dGT6de7Fq67YR7.pdf
# Castro, E. M. de Melo e
As vanguardas na poesia portuguesa do séc. XX, [PDF em linha]. 3ª ed., Colecção Biblioteca Breve - Volume 52, Lisboa: Instituto da Cultura e Língua Portuguesa - Ministério da Educação, 1987. [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://cvc.instituto-camoes.pt/component/docman/doc_download/37-as-vanguardas-na-poesia-portuguesa-do-sec-xx-.html
# D'alge, Carlos
A Experiência futurista e a Geração de «Orfeu», [PDF em linha]. 1ª ed. Colecção diálogo - Série Fronteiras Abertas, Lisboa: Instituto da Cultura e Língua Portuguesa - Ministério da Educação, 1989. [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://cvc.instituto-camoes.pt/component/docman/doc_download/24-a-experiencia-futurista-e-a-geracao-de-orpheu.html
# Ferraz, José Manuel
O desenvolvimento socioeconómico durante a Primeira República (1910 - 26), [PDF em linha], in Análise SOcial, Vol. XI (2.º -3.º), 1975 (n.º 42-43), pp. 454-471, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223912673Y8iRK9tq7Sh93OU6.pdf
# França, José Augusto
O Modernismo na Arte Portuguesa, [PDF em linha]. 3.ª ed., Colecção Biblioteca Breve - Volume 43, Lisboa: Instituto da Cultura e Lingua Portuguesa - Ministério da Educação, 1991. [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponível em:
http://cvc.instituto-camoes.pt/component/docman/doc_download/13-o-modernismo-na-arte-portuguesa.html
# Guimarães, Elina
A mulher Portuguesa na legislação civil, [PDF em linha], in Social, vol. XXII (92-93), 1986-3.º-4.º, 557-577, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponivel em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223552761S9jHG4vr3Ci53FM9.pdf
# Lopes, Fernando Farelo
Clientelismo, «crise de participação» e deslegitimação na Primeira República, [PDF em linha], in Análise Social, vol. XXVI (111), 1991 (2.º), 401-415, [Consult. 20 Setembro 2010]. Disponivel em:
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223038936P4fCL5xx0Cz76RQ2.pdf
Colaboração da Biblioteca Escolar
Além disso agradecemos as mais de 1500 visitas.
BI da Pedra D'Anta
Orientação geográfica: E/W
Coordenadas geográficas: 40º30'40.29'' N;
6º 52'50.63''W
Elevação: 828 m
Altura: 2.10 m, aprox.
Largura: 2.75m, aprox.
Perímetro: 10 m (exterior), 6 m (interior)
Outros dados: O esteio lateral esquerdo tem gravura com motivos geométricos (quadriculares).
Contam os locais que, antigamente, levavam os familiares idosos para os caminhos que envolviam a Malhada Sorda. Assim contariam o seu percurso de vida às pessoas que por ali iam passando. Ao morrerem eram levadas para a Anta.
Uma vez, quando um filho se aprestava para levar o pai para um caminho, envolvido numa manta, este recordou ao filho para guardar metade da manta, porque, um dia lhe iriam fazer o mesmo. O filho meteu a mão na consciência e aí acabou este hábito (contada pelo professor Carlos Teles e pela aluna da OHA, Bárbara Magalhães Teles).
Notícia:
No dia 26 de Janeiro de 2011, os alunos da OHA, visitaram a Anta de Malhada Sorda (Pedra D'Anta), junto ao milenar Caminho do Carril. Conduzidos pelo Pedro, no autocarro municipal, lá conseguimos chegar, com algumas dificuldades, pois o acesso, Caminho do Carril, estava derretido. O gelo acumulado nas últimas noites deu lugar a um sol bonito que derreteu a terra e quase a tornou impraticável, até para andar a pé. Dia frio, mas, como dissemos, solarengo e bonito.
Já no local, os professores deram explicações sobre o monumento. Algumas destas apresentam-se a seguir em extratos do livro "O Nosso Concelho de Almeida":
Mostramos ainda um estrato do guião da saída de campo que ilustra bem o que é a mamoa e o dólmen:
Próximo da Pedra D'Anta há um forno: Num conjunto de casebres da família dos Caroça (Casais da Pedra D'Anta) existem umas lajes de grandes dimensões utilizadas na construção da parede, que apontam ser esteios da Anta. Também junto aos casebres, uma grande laje é utilizada como dique numa represa improvisada. Nesses casebres encontra-se um forno, que tem uma história associada, contada pelos nossos professores.Consta que a família, não tendo possibilidades financeiras para aquecer os seus filhos com cobertores, colocava giesteas a arder no forno e depois de as retirar, lá metia os filhos para estarem quentes durante a noite.



















