Guimarães 2012

Desde o dia 21 de Janeiro de 2012, Guimarães é a Capital Europeia da Cultura, sob o slogan "Guimarães 2012". A cerimónia de abertura ocorreu no Pavilhão Multiusos de Guimarães e contou com vários artistas e também com a Orquestra Estúdio, fundada por esta ocasião, com músicos de todo o mundo.
Classificada pelo Comité da UNESCO, em 13 de Dezembro de 2001, como Património Mundial da Humanidade, Guimarães tem muito para oferecer a nível turístico a que se junta agora a cultura.

Para mais informações e seguir os eventos: http://www.guimaraes2012.pt/

D. Duarte Pio de Bragança

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Ao contrário do que muitas vezes pensamos, D. Duarte não é descendente de D. Manuel II. É, na verdade, seu primo em 6.º grau. D. Duarte Pio, duque de Bragança, é um dos pretendentes a ocupar o trono na eventual Restauração da Monarquia. Ele é bisneto de D. Miguel I, Rei de Portugal, conhecido como o Absolutista, diretamente implicado na Guerra Civil de 1832 a 1834. Daqui seguiu para o exílio em Itália, Inglaterra e, finalmente, para a Alemanha.

Maria Adelaide de Bragança, tia de D. Duarte pela parte paterna, fez recentemente 100 anos. Para saber mais sobre esta personalidade vá a: http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Adelaide_de_Bragan%C3%A7a

Adaptado de:

Efemérides da Semana

Ontem comemorou-se mais um aniversário da tentativa falhada de Implantar a República, na cidade do Porto, 111 anos passados. A Guarda Municipal reprimiu duramente os revolucionários, acabando num banho de sangue, abortando uma revolução que teria que esperar ainda cerca de 20 anos.
Hoje comemora-se, por outro lado, os 104 anos do Regicídio. D. Carlos e a família Real, ao regressarem de Vila Viçosa, já no Terreiro do Paço foram alvo de um mortal atentado, levado a cabo pelos Republicanos, do qual resultou a morte do Rei e do Príncipe Herdeiro Luís Filipe.

Portugal à venda

5 de Janeiro, 2012 por Joana Ferreira da Costa

Aldeias no Alentejo e Algarve, ilhas no Tejo, castelo em Torres Novas. A crise faz aumentar a oferta para quem pode investir.
Perdida na encosta mais alta da serra de Monchique fica a aldeia do Barbelote. Uma dúzia de casas em ruínas com, dizem todos que a conhecem, uma das «melhores vistas da região sobre a costa vicentina». Está à venda por cerca de 750 mil euros. Não é caso único em Portugal. Uma aldeia termal, que foi a primeira do país com licença de casino, um castelo na Quinta do Marquês, em Torres Novas, e uma ilha no Tejo também estão à espera de um comprador que lhes devolva a vida de outros tempos.
«A aldeia fica na encosta da serra, rodeada de canteiros e tem muitas nascentes que vão dar à cascata do Barbelote [uma das atracções turísticas da zona]», conta José Martins, um dos proprietários dos quase nove hectares no topo da serra de Monchique. Há uns anos juntou-se com quatro amigos e comprou as 13 casas em ruínas do Barbelote para montar ali um projecto turístico. Mas o grupo não teve capacidade económica para avançar. E colocou a aldeia à venda.
«Os meus avós ainda lá viveram, mas a aldeia que chegou a ter mais de 50 pessoas e até escola primária foi ficando ao abandono», explica.
Apenas lá vive ainda um casal de habitantes originais, que apesar de ter vendido a casa teve luz verde dos proprietários para ali continuar a habitar. «Tomam conta da aldeia. Plantam batata doce e milho nos canteiros [sucalcos] e não deixam aquilo morrer», adianta o proprietário.
Há dois anos, a aldeia esteve mesmo para acabar nas mãos de franceses. «Até fui a Paris para tratar da venda. Eles vieram cá e ficaram deslumbrados. Mas o negócio acabou por não se realizar», recorda.
O presidente da câmara de Monchique, Rui André, fala das potencialidades da venda destas antigas aldeias para recuperar locais que de outra forma estariam condenados a desaparecer. «Podem ser pólos importantes de atracção turística. Muitas destas aldeias são aglomerados de casas. Não estão classificados como sítios de interesse e portanto mais facilmente podem ser vendidos», nota. A Câmara de Monchique tem apoiado estes projectos através da criação de infra-estruturas e do apoio a estas iniciativas de turismo.
Pedralva: de 'favela' a turismo de natureza
Desertificados e em risco de desaparecer do mapa, algumas aldeias ganharam nova vida ao mudarem de mãos. Foi o que aconteceu a Pedralva, Vila do Bispo, junto à costa atlântica, transformada num turismo de natureza.
Há quatro anos nas 50 casas de Pedralva, quase todas em ruínas, restavam apenas sete pessoas. Já tinham sido 100. «Era uma aldeia fantasma, num estado de grande degradação. Parecia uma favela com ruas de lama», diz António Ferreira, que com outros três amigos começou a comprar as casas uma a uma para as reabilitar.
Durante quase dois anos negociaram com mais de 200 proprietários e herdeiros não só em Portugal mas também em Inglaterra, França, Holanda ou na Alemanha.
«Foi uma loucura. Chegámos a ter de contactar 28 pessoas por causa de uma casa de 33 metros quadrados», desabafa o antigo publicitário, que está agora à frente do projecto turístico da aldeia. «Neste momento temos 30 das 50 casas da aldeia. Estão praticamente todas recuperadas».
O mesmo aconteceu com as ruas, que foram calcetadas e onde os velhos postes eléctricos desapareceram.
Enquanto projecto de turismo de aldeia – onde é possível alugar casas para férias e fins de semana ou fazer passeios de burro – Pedralva abriu as portas em Maio de 2010. «Investimos aqui quatro milhões de euros. Há uma grande carga fiscal e muita burocracia. Mas o projecto foi muito apoiado pela autarquia e localmente. Os habitantes sentem que estamos a recuperar a história da vida deles», remata.
Marvão vale sete milhões de euros
A primeira licença de jogo em Portugal foi dada ao casino da aldeia alentejana do Pereiro que desde há meio ano está à venda por sete milhões de euros. A enorme herdade, onde se ergue a aldeia, está desde a década de 1920 nas mãos da família de Daniel Sequeira. «Era do meu avô, depois do meu pai e agora é minha», explica ao SOL o proprietário.
Daniel é dono da área de 80 hectares de olival e montado onde se inclui a aldeia com mais de uma centena de casas, capela, escola, infantário ou lagar.
A zona de casario inclui umas antigas termas, com os respectivos quartos e uma sala de jogo que foi pioneira no país. «Estas termas chegaram a ser as maiores a Sul do Tejo. Tínhamos capacidade para uma centena de pessoas e estiveram a funcionar até ao início dos anos 70», conta o proprietário.
Daniel chegou a ter um projecto de hotel rural para a propriedade – onde se produzia tudo, de azeite a vinho, se plantava trigo, milho cevada e aveia, e se criavam animais –, mas não tem condições financeiras para avançar sozinho. «São 20 mil metros quadrados de casas que precisam de ser reabilitadas», diz, explicando: «Não faz sentido só reabilitar uma parte». Por isso, o seu 'sonho' ficou em stand by até que um investidor quisesse apostar na sua ideia. Há várias pessoas interessadas no projecto – que está à venda através da Sothebys Realty – mas ainda nenhuma fechou o negócio.
17 milhões por uma ilha no Tejo
Mais acima no rio Tejo uma ilha de 3,3 quilómetros quadrados, com potencial agrícola e de turismo, está à espera de um comprador. «É o sonho de qualquer empresário», garante a empresa canadiana responsável pelo site Private Islands Online onde esta ilha foi posta à venda por 17 milhões de euros.
O Mouchão de Alhandra pertence a um privado e está há meses na internet, sendo a única propriedade lusa à venda através deste site, especializado em ilhas. Surge lado a lado com ofertas em locais tão distantes como as Bahamas ou as Seycheles, mas também na Grécia ou na Finlândia.
O Mouchão de Alhandra não é a primeira ilha do Tejo a ser alienada. Há menos de dois anos, Ismael Duarte, um avaliador imobiliário e consultor financeiro, decidiu vender a ilha do Rato. Pedia 3,5 milhões mas a ilha acabou por ser vendida num leilão em 2009 por 260 mil euros a um proprietário que quis manter o anonimato.
A ilha com vista para o Montijo, Barreiro e Setúbal está ainda desabitada, mas eram frequentes as embarcações que ali atracavam para admirar os flamingos que povoam o Tejo.
Um castelo do século XVII, reconstruído no final do século XIX pelos Condes da Foz, na Quinta do Marquês, em Torres Novas, é outras das propriedades à venda no País. O imponente castelo – com 900 m2 quadrados – tem 20 quartos e inúmeras salas com vista para cinco hectares de campo e um jardim romântico.
A Sothebys Realty, imobiliária responsável pela venda, não revela o preço do imóvel, onde cada quarto tem um tema e há importantes exemplares de azulejo e talha dourada.
Numa altura de grave crise económica, as imobiliárias acreditam que a tendência é que surjam no mercado boas oportunidades de negócio para quem tem dinheiro para investir.


Gastronomia do concelho de Almeida

(fonte: Wikipedia)
(Fonte: viajar.clix.com)

Produtos DOP e IGP:

  • Azeite da Beira Interior/Azeite da Beira Alta - DOP: O concelho está inserido na região demarcada.
  • Borrego da Beira - IGP: O concelho está inserido na região demarcada.
  • Cabrito da Beira - IGP: O concelho está inserido na região demarcada.
  • Maçã da Beira Alta - IGP (Descrição aqui): O concelho está inserido na região demarcada.




Considerada área de transformação (tem em conta "as condições requeridas para a transformação e maturação destes produtos - as condições climáticas fornecidas pelas baixas temperaturas, o saber fazer das populações, os métodos leais e constantes transmitidos ao longo das gerações, a existência de lenha adequada às condições de fumagem").

Bebidas:

Vinhos
Região Vitivinícola da Beira Interior DOC, Sub-Região Vitivinícola de Castelo Rodrigo - Actualmente, e para os vinhos tintos, são recomendadas as castas tintas Aragonez, Bastardo, Marufo, Rufete e Touriga Nacional, no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%, Baga, Tinta-Carvalha, Tourigo e Trincadeira-Preta. Recomendam-se para as castas brancas Malvasia-Fina, Síria e Tamarez, no conjunto ou em separado, com um mínimo de 80%. Bical, Cerceal. Malvasia-Rei, Rabo de Ovelha e Vital.

As castas dominantes são:


  • Brancos: Codo ou Síria; Arinto-do-Dão; Arinto-Gordo e Fontecal.
  • Tintos: Bastardo; Marufo; Rufete; Touriga-Nacional.
Parte do concelho está integrado nesta Região.

Outros:
Ginja. Jeropiga.

Produção concelhia:

Mel, Queijo, Ginja, Bolos: Bola Doce, Biscoitos, Esquecidos, Folar da Páscoa tradicional e doce, Pão centeio, trigo, mistura, espanhol, Bola de Carne, Paté e fumeiro de avestruz.

Produtores / Fabricantes:




Apicultura

Transformação de Lacticínios

Indústria Alimentar:
Paté e fumeiro de avestruz
Bolos
Licor de ginja

Pratos típicos característicos do concelho:

Sopa de peixe do Côa
Bacalhau recheado com presunto
Coelho à Caçador e Arroz de Lebre. Cabrito e Borrego Assados. Cabrito grelhado com migas de batata.

Chouriça com grelos
Ingredientes:
1 molho de grelos; 1 chouriça de carne temperada com vinho; 8 batatas médias; 4 fatias de presunto magro
Confecção:
Coze-se a chouriça e posteriormente nessa mesma água os grelos e as batatas descascadas. Servem-se os grelos com as batatas e enfeita-se a travessa com a chouriça cortada em rodelas e com as fatias de presunto.(guarda,pt)

Burzigada
Ingredientes:
250 g de sangue de porco; 400 g de pão caseiro duro; 2 folhas de louro; 4 dentes de alho; 400 g de véus de tripas (folho); água, sal e pimenta q.b.
Preparação:
Coze-se o sangue de porco com sal. Desfaz-se com as mãos. Numa tigela funda, de barro, coloca-se uma camada de pão cortado às fatias fininhas, depois uma camada de sangue, nova camada de pão, e assim sucessivamente até acabar os ingredientes. À parte, vai ao lume um pouco de água com o louro, os dentes de alho picados, o sal e a pimenta. Deita-se sobre o pão e o sangue e deixa-se ensopar. Numa caçarola derrete-se o véu das tripas e deita-se a ferver sobre a burzigada.(receitasemenus.net)

Açorda de Alho, Salada de Meruges.

Doçaria: Pudim de pão. Pão de Ló, Doce de Abóbora, Marmelada, Doce de Tomate e Cereja, Bola Doce, Bola Parda. Tijelada. Migas de amêndoa

Feiras de teor gastronómico:

- 3ª Feira da Caça, Pesca e Desenvolvimento Rural – 19 e 20 de Fevereiro
- Festa do Bacalhau e Feira das Artes e da Cultura – 01, 02 e 03 de Julho
- Recriação Histórica – Domingo depois da Páscoa.

Adaptado de:


Novo jornal da escola

Não temos atualizado o blog por falta de disponibilidade. Hoje escreve-mo-vos sobre o novo jornal do agrupamento de escolas de Almeida, chamado "dialogus".
Neste jornal a OHA não participou, mas no próximo contem connosco!
No anterior jornal, direcionado apenas para a comunidade escolar de Vilar Formoso, o "Entre Nós", a OHA foi um parceiro ativo desde a sua existência, que coincidiu com o n.º 12, março de  2004, até ao último n.º, o 29, publicado em dezembro de 2009.
Ao novo órgão do agrupamento manifestamos a nossa disponibilidade, desejos de bom trabalho e boa sorte.

BOM ANO!

A OHA deseja a todos os visitantes, seguidores, alunos e professores um ano de 2012 recheado de coisas boas! Cumprimentos!

A OHA DESEJA FELIZ NATAL E BOAS FÉRIAS A TODOS OS ALUNOS, SIMPATIZANTES E VISITANTES.

Avenida Major Affonso Palla

No dia 12 de março de 2010, escrevemos o seguinte num artigo sobre a toponímia da república:

Mas, este tema da toponímia republicana, faz-nos reflectir sobre a seguinte questão: o concelho de Almeida tem uma dívida para com um dos revolucionários e activista da República, o Major Afonso Pala, nascido em Malhada Sorda. Bom seria que, quem de direito, se ocupasse, no ano do Centenário da República, de homenagear esta individualidade atribuindo a algumas artérias do Concelho, nomeadamente em Almeida e Malhada Sorda, o seu nome.
Hoje damos a notícia que, desde o Verão de 2011, em Malhada Sorda, existe a Avenida Major Affonso Palla.

NOVO YOUTUBE

Acompanhando a tendência, depois da actualização de todo o site do youtube também actualizámos a nossa página. Visitem.